UM CARINHO AOS NOSSOS FAMILIARES ,OS PIONEIROS, OS ANTECESSORES ,QUE TANTO NOS ENSINARAM NO DECORRER DE SUAS JORNADAS E AOS FAMILIARES HODIERNOS ... QUE DESFRUTEM O APRENDIZADO.
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quinta-feira, 22 de dezembro de 2016
terça-feira, 15 de novembro de 2016
CASAMENTO DE MARIA E SILVESTRE ... MEUS TIOS. FAMÍLIA REUNIDA !!!
O ano eu não saberia dizer , a igreja São Pedro , Tremembé
A família e alguns amigos dos quais minha memória ainda retém as fisionomias ... pessoas que fizeram parte da minha infância e adolescência ...Meu avô , Antonio Paschoal , logo acima meu tio Armando Paschoal,minha mãe linda memnina, ao lado de milza, filha de seu Edmundo, Dona Cinira , mãe da Dirce que veio de dama de honra ,Avuela espanholita , mãe do noivo,minha avó Benedita Luzia , ao seu lado Zaira , seu pai Sr. Edmundo e do seu filho marcio... com certeza aí estavam D.Candida, Dona Mariquinha , Dona Elza, Dona Ciloca, Dona Edith, Dona Vitória, Dona Alzira, Dona Elvira e suas maravilhosas e inesquecíveis famílias e muitas ,muitas outras lindas pessoas , deve ter sido uma boda maravilhosa... que o vovô não era de deixar a peteca cair , como se dizia naquela época . AMEIIIIIII !!!
GRÊMIO ESPORTIVO E RECREATIVO DE VILA SANTA INÊS 1.965 TALVEZ ...
quarta-feira, 3 de agosto de 2016
VIDA ... TRAJETO LINDO LOUCO E INESQUECÍVEL ...
VIDA ... TRAJETO LINDO LOUCO INESQUECÍVEL ...https://www.flickr.com/photos/ctereniak/sets/72157603268701281/
AQUI SEMPRE EXISTIU FELICIDADE MEUS PAIS , MINHAS IRMÃS , EU , E AINDA FALTANDO MEU IRMÃO ADALTO AQUELE MUITO MUITO QUERIDO...
domingo, 10 de julho de 2016
TRECHO RETIRADO DO MEU LIVRO "SOLIDÃO E FORTALEZA" ... EM CONSTRUÇÃO
O COMEÇO DE UMA GRANDE HISTÓRIA...
Verao , carnaval no Brasil, 1965, época de muita polêmica, muita tomada de consciência.
Época em que podia- se divertir em segurança, bailes de salão, alegria contagiante, concursos de fantasias incríveis, mas iniciemos a nossa história que acontece em um bairro da Zona Norte de São Paulo, onde Clarice nasceu, cresceu e contava treze anos de idade. Vinha de família de militares, educação rígida, colégio de freiras, coisas que naquela época eram comuns, estávamos em pleno “Anos Dourados”. Bailes, festas, coisas das quais não participava ainda, seus pais não permitiam.
Mas aquele ano... esteve diferente!!! Foi diferente!!!
Clarice residia na Vila Militar da Invernada do Barro Banco, onde estava localizada a Academia Militar do Barro Branco e bem próximo à sua casa instalava-se o Grêmio Esportivo e Recreativo de Vila Santa Inês, como era chamado o seu bairro, claro, um bairro de Militares.
Mas era um bairro alegre e seguro e nesse grêmio, davam-se grandes festas, bailes de gala, festas de formaturas e lógico grandes bailes de carnaval.
A menina nunca havia ido a um desses bailes, porém nesse ano vieram suas primas do interior, para justamente participarem dos bailes e juntaram-se a Rosa Maria a prima mais querida de Clarice, pois foram criadas juntas e dividiam seus sonhos e seus anseios.
Rosa Maria por ser, três anos mais velha podia sem dúvida participar das festividades de “Momo”, e preparava-se para a grande noite , enquanto ela , incomformada, choramingava pelos cantos.
A avó de Clarice, a pessoa mais doce, amiga e companheira que ela conhecia , veio em seu socorro e tentava convencer os pais a levá-la à festa, o que teria de mais?
Todos se conheciam, seus pais estariam lá, sua família, seus primos, tios e tias, que mal poderia haver?
E com o dom da persuasão que lhe era comum convenceu-os.
Clarice não cabia em si de contentamento.
Ao chegarem ao salão ela ficou embevecida nunca havia visto tanta gente bonita, tanta luz, tanta alegria é claro regada a muita serpentina e lança perfumes, na época completamente legal e dentro dos padrões, sacos coloridos de muito confete e todos brincavam e cantavam.
Mas infelizmente sua entrada não foi permitida, pois naquela época o juizado de menores, saia em diligência e não permitia menores de idade, mesmo acompanhados pelos pais em festas para adultos.
Ir embora??? Nossa!!! Inacreditável...
Até que alguém teve a feliz idéia de colocar uma cadeira do lado de fora do salão onde ficava uma das enormes janelas do clube e Clarice em pé sobre ela poderia assistir as festividades e o policial em serviço naquele dia, amigo pessoal de seu pai , tomaria conta para que nada acontecesse a ela.
O pai relutou, porém concordou ao ver a felicidade da filha.
Brincando com a esposa, passavam por ali, alegres, feito crianças, levavam refrigerantes e a noite transcorria maravilhosa.
Em certo momento, o baile parou e o juizado de menores fez uma vistoria completa no salão, e estando dentro da conformidade, foram embora.
Ufa!!! Eram aproximadamente duas e meia da manhã, e foi permitida a entrada da menina, que sentou-se à mesa da família e assistia a tudo incrédula, maravilhada.
De repente chamou sua atenção um rapaz que brincava abraçado a duas moças e tinha pendurada ao seu pescoço uma chupeta.
E olhava, e sorria , afinal Clarice era uma criança encantadora, sempre sorridente.
Em uma dessas vezes em que aquele deus nórdico passou por ela, parou , sorriu, tirou sua chupeta e colocou-a em seu pescoço, naquele momento em toda a sua ingenuidade resolveu que iria guardá-la para sempre...
No intervalo para descanso da banda que animava a festa, o moço aproximou-se da mesa onde ela se encontrava sentada ao lado dos pais, apresentou-se e pediu permissão a eles para que ela como também as outras meninas da mesa pudessem juntar-se a eles , e sentar-se no chão ali próximos como era o costume dos jovens da época.
Pasmem! Seus pais permitiram, ele encontrava-se com a irmã mais nova e uma amiga de infância.
Seu nome era Rodiniak, descendente de poloneses, nascido a caminho do Brasil, em Munique, Alemanha Oriental, era lindíssimo e Clarice encantou-se com seu olhar muito azul que brilhava como se fosse forrado de estrelas.
E brincaram, riram muito, coincidência ou não os dois vestiam-se com as mesmas cores, bege, branco e vermelho.
No outro dia depois de chegar em casa , e conversar o resto da noite com as primas , cada uma contando as maravilhas, dormiram um pouco, alimentaram-se bem e preparavam-se para a matinée, que era comum , e brincavam dia e noite.
Estavam juntos, começaram a namorar.
Clarice foi a primeira namorada de Rodiniak, estava ele com 19 anos, e era um namoro respeitoso, puro, até porque os rapazes respeitavam suas namoradas e divertiam-se com meninas que gostavam de divertir-se sem compromisso.
Ele nunca a tocou, namoravam, beijavam-se, ele tinha carinho por ela, e ela apaixonou-se perdidamente por ele, que apesar de lindo, vinha de uma cultura diferente e bebia muito. A mãe de Clarice, percebendo que era uma constante começou a restringir os passeios, que eram feitos em família, pois a família dele gostava muito da garota.
Iam a cultos em templos ucranianos, á praia, ao clube, e onde ia um, iam todos os casais e todos os amigos e era realmente uma turma imensa da qual ele era o líder.
Iam a bailes, casamentos, mesmo durante a semana e na manhã seguinte todos dirigiam-se contentes aos seus locais de trabalho.
Rodiniak já naquela época era metalúrgico, e trabalhava na Mercedes Benz do Brasil, e dos amigos, era o mais bem sucedido.
Por outro lado , por causa da bebida , negligenciava a namorada que ficava à sua espera muitas vezes em vão, depois de jogar uma boa partida de futebol e beber muito ,dirigia-se à sua casa e dormia o resto do dia .
Clarice, por sua vez, não podia ir até lá como faziam as outras mais experientes que eram também loucas por ele e tinham como aliada a liberdade.
O pai de Rodiniak , estava construindo próximo à sua casa ,um lindo sobrado , onde deveriam ir morar depois de casados.
Senhor Daniel gostava realmente da menina.
E assim transcorreram quatro anos.
Um dia, chegou para namorar, estava calado, e depois de muita insistência de Clarice ele lhe disse que deveriam terminar por ali o relacionamento, que já não a amava mais, e que havia conhecido outra pessoa.
Ela mal podia acreditar no que estava ouvindo, o chão abriu-se debaixo de seus pés, perguntou por que , chorou bastante ,pediu, implorou e ele irredutível partiu sem olhar para trás.
Clarice tinha então 17 anos.
Chorou muito, sua face ficou deformada, não comia, não dormia, parecia querer morrer , sua mãe desesperada , com receio de que algo lhe acontecesse, perguntava se ela queria que fosse buscá-lo, e ela iria para não ver tanto sofrimento.
Clarice respondia que não, que preferia morrer a ter que rastejar , implorar pelo amor de alguém que não a queria.
A vida tinha que continuar... mas a menina , desiludida, vestiu-se de preto , seu coração estava de luto , e assim permaneceu por aproximadamente um ano.
O negro de suas vestes em contraste com seus olhos verdes a deixava ainda mais bonita e chamava a atenção dos rapazes inclusive dos amigos de Rodiniak , que sabiam-na livre para relacionamentos .
Maior foi a surpresa e a indignação de Clarice quando soube que ele a havia deixado por uma mulher bem mais velha, até que ele, e ainda por cima, negra... (até esse momento Clarice nunca havia sido preconceituosa, sempre tratara a todos de igual forma, com carinho , amizade e amor) ... porem, por algum motivo inexplicável , ao sentir-se preterida por uma mulher de cor, algo dentro dela achou inaceitável.
E passaram-se anos para que tal sensação se dissipasse e ela voltasse a ser a mesma Clarice de sempre. Logicamente foi despeito, criancice, raiva e inúmeros sentimentos em turbilhão.
Ela realmente não poderia competir com aquela mulher, não tinha experiência para tanto.
Todos os dias a caminho do colégio, Clarice tinha que passar exatamente na porta da casa da tal mulher, que sempre que a via fazia provocações veladas, e um dia não resistindo veio dar-lhe explicações, com aquele ar superior que lhe era peculiar.
Clarice nunca estava sozinha, tinha amigos e a empregada que sempre a acompanhava ao colégio, já para evitar contratempos.
Aproximando-se dela disse-lhe que estavam juntos, que havia acontecido, e coisas do gênero que ela ouviu em silêncio até chegar a sua hora de falar.
Chegada a hora, em prantos respondeu-lhe : “Em momento algum eu o dei a você, mas trate-o muito bem , pois caso contrário irá ver-se comigo.
E assim Clarice voltou a rotina , colégio, amigos, casa, até que não suportando mais ficar tão próxima e tão distante ao mesmo tempo e sabendo estar perto a data do casamento de Rodiniak, que ocorreu no ano de 1970 , resolveu trabalhar no centro financeiro de São Paulo, hoje o centro velho , entre as ruas XV de Novembro e Álvares Penteado, onde ficava a Bolsa de Valores.
Conheceu gente nova, fez amigos, conquistou espaços.
Havia no escritório um funcionário bem jovem ainda, de descendência nipônica, com o qual por algum motivo, não conseguia ao menos ser simpática.Ele a olhava , ajudava-a nos seus afazeres, mesmo tendo os dele por fazer e eram muitos, sorria com simpatia mas ela era irredutível, não o suportava.Certo dia, esse jovem chamado Sergio, saiu para fazer um trabalho externo e quando retornou estava transtornado, e todos acorreram para verificar o que havia acontecido.
Desesperado, em prantos, ele narrava os acontecimentos do maior incêndio já havido no Estado de São Paulo, o do Edifício Joelma.
São Paulo nesse dia parou e trouxe muita dor e luto aos paulistanos.
Clarice após esse dia, passou a olhar o rapaz com outros olhos, percebeu que ele era uma pessoa muito sensível, humana, bom amigo, excelente companheiro de trabalho e também um bom namorado, de cultura extremamente diferente da dela, e aí então começa a história de Clarice que casou-se com Sergio , quatro anos após o casamento de Rodiniak.
Clarice estava exuberante em seu vestido branco, escolhido a dedo, foi levada pelo pai ao altar, inúmeros convidados, mas em seu coração havia um vazio, ela sabia que não amava Sergio o suficiente para casar-se e não teve coragem para desmanchar o compromisso e enfrentar o pai e a sociedade.
Seria um escândalo!
Imagine naquela época a repercussão dos fatos era cruel, principalmente com as mulheres.
Muito bem, enfim casou-se e logo engravidou, um ano depois nasceu sua primeira filha, linda, mestiça, amada por todos, avós, tios , tias, e Clarice vivia para ela e para a casa.
Havia sido dispensada do trabalho antes mesmo de casar-se, estando casados, a empresa não permitia que trabalhassem juntos, seria contra producente, segundo o pensamento da época.
Na sua nova função, ela procurava desempenhar da melhor maneira possível, esforçava-se para que seu casamento se fortalecesse, mas as dívidas, as dificuldades, o excesso de trabalho de Sergio, que havia arranjado um emprego extra ,á noite, onde era caixa geral em loja de departamentos ,não permitiam que a relação amadurecesse e foi caindo na rotina , Clarice descontente, sentindo-se inútil, e Sergio chegando cada vez mais tarde, ela pedia, implorava mesmo, que se não fosse por ela ,mas pela filha ,que nunca o via, pois ao sair ela dormia e ao retornar ela dormia, que ele procurasse chegar mais cedo, mas de nada adiantava.
E tudo foi desmoronando sem que ambos se apercebessem, sem que fizessem nada para conter a destruição.
Cansada, Clarice resolveu deixar a filha com seus pais , voltou a estudar, pediu a Deus para que seu casamento não acabasse, resolveu ter outro filho , talvez fosse o que estava faltando para uni-los.
Prestou concurso público, e logo após o nascimento do seu filho tão esperado e tão amado, tomou posse do seu cargo e começou a exercer as suas funções, recomeçando a estudar logo após as férias de julho e seu bebê estava então com um mês e vinte dias.
segunda-feira, 20 de junho de 2016
sexta-feira, 20 de maio de 2016
MEU PRIMEIRO AMOR ...
Com meus pais , meus avós , meus familiares foi que aprendi a ser essa mulher transbordante de amor que hoje sou ...Uma paixão ,um amor arraigado, que deve vir de muitas outras encarnações , que me proporciona sensações de amor , não sei como, porque, por quem,de onde vem, mas me preenche, definitivamente tenho a alma apaixonada.
quinta-feira, 28 de abril de 2016
domingo, 3 de abril de 2016
MINHA FAMÍLIA MEGA MARA !!!PEDAÇOS DE MIM ...
https://www.facebook.com/conceicao.tereniak/media_set?set=a.1239334429427423.1073741889.100000526339167&type=3&pnref=story
segunda-feira, 14 de março de 2016
CONCEIÇÃO ...
NOSSA SENHORA IMACULADA DA CONCEIÇÃO E MUITO TAMBÉM DO PARTO DIFICÍLIMO FORCEPS EM UMA MULHER DE 39 Kg. E UM BEBÊ DE 4,5 kg ....
QUANDO MEXO NO BAÚ ... SEMPRE ME SURPREENDO!
Diná ,Dalila , Daura, Dirce, Penhita , Tininha , Iraci , Toninha, Marlene, minhas amigas , Zilda, Nilza, Ione, Ivone (Nene), Beth, Helena, Zilá , as Palumbo (todas ) Ede, Altair e Rose , Soninha, Cida, e Antonieta Vieira , as Castelar (todas ) ... e por aí afora vai... vinham de todas as direções , mandaqui, agua fria , a Sra. Kozakvic dona da Casa de Davi, mulher lindíssima, a irmã do Bibo da qual não me lembro o nome ... maravilhosa , as portuguesinhas , Angela, Angelina , Ines e Graça ... ali da rua Ana de Barros, e muitas , muitas outras.
Nunca em toda a minha vida vi a minha mãe tão feliz, amava o seu trabalho, era vaidosa, respeitada,
Hoje no mesmo local temos o Salão Toninha Nunes , tal e qual muito famoso ...
O sonho sempre acaba ,mas a lembrança fica , e isso é o que faz valer a vida.
quarta-feira, 27 de janeiro de 2016
QUEM SOU PRA TER DIREITOS EXCLUSIVOS SOBRE ELA ...
CRESCI NESSA ÉPOCA DE ROMANTISMO , DE AMOR , DE PAIXÃO QUE SE TRADUZIA NAS MÚSICAS NO MODO DE VIDA DA MINHA FAMÍLIA E TROUXE COMIGO ESSE LADO ROMÂNTICO DO QUAL NÃO ABRO MÃO POR NADA ...
ESCUTA SÓ ...
BAILE DA SAUDADE- FRANCISCO PETRÔNIO
Quanta saudade ...
Me vi ,linda , adolescente , maravilhosamente vestida , junto com meus pais lindos, minhas primas queridas Rosa Maria , Regina ,minha irmã Eliana , minha tia Amélia em Casa de Portugal , dançando com o próprio dono da Festa , Francisco Petrônio ...
Que tempos maravilhosos aqueles , de pessoas bem vestidas , bem amadas , felizes mesmo , sempre com uma linda história pra contar com um lindo sorriso nos lábios.
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